sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

Céu aberto

Abro a janela
O dia parece parar
Chamo meus amigos
Nuvens em forma de anjos
Abre-se um clarão advindo do nada
Adentram nosso universo

Assim iguais Águias de fogo,
Encouraçados
Abençoam o amor
A contar uma historia no arrebol
Cataclíptica e de uma sutileza leve
Qual alumínio
Delineiam nuances nas cores do céu do sol
Me vi assim então
Céu aberto, peito aberto, cabelos ao vento
Sem medo.

Nenhum comentário:

Postar um comentário